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Família afirma que jovem morto em execução em lava-jato foi vítima de engano em Ponta Porã

Parentes dizem que Carlos Augusto Amorim Escobar, 33 anos, era trabalhador e não tinha envolvimento com crimes; ele teria sido atingido ao “estar no lugar errado e na hora errada”.

Ponta Porã (MS) — A família de Carlos Augusto Amorim Escobar, 33 anos ,afirma que o jovem foi morto por engano durante uma execução registrada na tarde desta terça-feira (18) em um lava-jato no bairro Grande Marambaia. Eles , foram encontrados mortos após criminosos invadirem o local e efetuarem diversos disparos.

“Estava no lugar errado e na hora errada”, diz a família

De acordo com parentes, Ilton teria ido ao estabelecimento para resolver uma situação rotineira e não sabia que o local seria alvo de ataque.

“Ele não tinha nada a ver com isso. Estava no lugar errado e na hora errada”, relatou um familiar, emocionado.

Amigos descrevem o jovem como trabalhador, reservado e muito dedicado ao filho, reforçando que ele “era um filho exemplar, pai presente e amigo leal”.

Como ocorreu o ataque

Testemunhas relataram que homens armados chegaram ao lava-jato e abriram fogo contra as vítimas, fugindo em seguida. A Polícia Civil investiga se o crime foi motivado por acerto de contas ou disputa entre grupos criminosos na região de fronteira.

Peritos recolheram cápsulas de munição no local e analisam imagens de câmeras de segurança próximas ao estabelecimento.

Investigação segue sem suspeitos

Até o momento, nenhum suspeito foi identificado. A polícia trabalha com a hipótese de que apenas um dos homens seria o alvo dos criminosos, e Ilton teria sido morto de forma equivocada ao estar no local no momento da execução.

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